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    Início » Por que preservar o passado (incluindo o que não gostamos)?
    Colunistas

    Por que preservar o passado (incluindo o que não gostamos)?

    Fernando KopperFernando Kopper2 de junho de 202504 Mins Read13
    Por: João Victor Costa Dos Santos, Estudante de Arquitetura e Urbanismo e Ciência Política. Fundador e líder do movimento Barões da Restauração e mantenedor do site Brumas do Passado.
    Já faz um pouco mais de dois meses que tenho feito visitas frequentes à Biblioteca Municipal Josino Lima, em Cruz Alta. Embora tenha um espaço modesto em comparação à sua importância, é possível encontrar ali verdadeiros tesouros literários, muitas vezes difíceis ou caros demais para integrar um acervo pessoal. No entanto, meu principal objetivo tem sido um só: fotografar e disponibilizar online o acervo de jornais da hemeroteca existente dentro da biblioteca.
    Como monarquista, sempre considerei essencial o conhecimento da nossa história — seja ela nacional, estadual ou municipal. E, quando falamos de jornais, estamos diante de fontes de valor historiográfico imensurável, pois oferecem uma visão direta da sociedade em diferentes épocas. Descobrir que havia um acervo desse tipo na cidade onde moro, especialmente sendo um apaixonado por História, foi motivo de grande entusiasmo. No entanto, o que encontrei também me causou tristeza.
    Embora boa parte do acervo das últimas décadas esteja em estado de conservação razoável, as edições de jornais com mais de cem anos encontram-se em condições críticas. Trata-se de uma perda gravíssima do ponto de vista documental e biográfico, pois esses jornais registram publicações de personalidades que hoje dão nome a ruas e bairros. Apesar de o tempo ser implacável, é essencial preservar ao máximo esses arquivos e digitalizá-los para que sobrevivam às décadas futuras. No entanto, encontrar edições rasgadas, coladas ou grampeadas de forma inadequada — e, para mim, o mais doloroso, ver trechos recortados intencionalmente — só reforça o descaso com a história e a cultura brasileira, infelizmente tão comum em todo o país.
    Para evitar um “apagamento” total, tomei uma iniciativa por conta própria, sem que ninguém me pedisse ou cobrasse nada. Criei um site, contratei espaço em nuvem e comecei a fotografar e disponibilizar na internet as edições mais antigas e fragilizadas.
    Com isso, edições de 1897, 1898 e 1899 já estão acessíveis ao público, que pode baixar as imagens originais para leitura e uso. Pode não ser um escaneamento profissional, mas garante, ao menos, que esses documentos resistam ao desaparecimento completo.
    O projeto, inclusive, já começou a inspirar outros. Colegas monarquistas da Paraíba passaram a fazer o mesmo em suas regiões, e agora o site conta também com edições de jornais daquele estado. Já discutimos, inclusive, expandir o trabalho para outros lugares. O mais curioso — ou talvez o mais simbólico — é que temos digitalizado também jornais de períodos já republicanos, provando que nosso compromisso com a preservação histórica vai além da política ou da ideologia: é um compromisso com a memória do Brasil.
    Ao fim, o que nos move não é o passado em si, mas o respeito por ele — e a certeza de que um povo que conhece sua história caminha com mais firmeza rumo ao futuro. Preservar jornais centenários não é apenas guardar papéis antigos; é manter viva a memória de comunidades inteiras, de debates esquecidos, de vozes que moldaram o presente em que vivemos. Cada página salva é uma janela aberta para o cotidiano de outros tempos, revelando como pensávamos, como nos organizávamos, o que valorizávamos. É um trabalho longo, que exige paciência e cuidado, mas num esforço como esse não há espaço para vaidades ou divisões ideológicas – afinal, como disse, o tempo é implacável.
    Estamos lidando com um bem maior: a cultura e a história do povo brasileiro. Quando monarquistas tomam a frente de iniciativas assim — enquanto instituições públicas muitas vezes negligenciam ou abandonam esse papel — fica evidente que o zelo pela memória nacional ultrapassa sistemas de governo. O que importa é agir, mesmo que com recursos simples, mas com propósito claro. E se essa ação inspirar outros a fazerem o mesmo em suas cidades, teremos não apenas salvo fragmentos do passado, mas plantado sementes de consciência histórica por todo o Brasil. Porque preservar a história não é um favor ao passado — é um compromisso com o futuro do nosso povo.
    Fernando Kopper

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