Close Menu
    • Início
    • Sobre
    • Contato
    • Categorias
      • Agronegócio
      • Clima
      • Colunistas
      • Culinária
      • Cultura
      • Direitos Humanos
      • Economia
      • Emprego
      • Editorial
      • Educação
      • Eleições
      • Emprego
      • Ensino
      • Esporte
      • Estado
      • Estradas
      • Geral
      • Humor
      • Justiça
      • Lazer
      • Literatura
      • Meio Ambiente
      • Mistério
      • Mobilidade Urbana
      • Mundo
      • Música
      • Notícias
      • Obras
      • País
      • Polícia
      • Política
      • Previsão do Tempo
      • Qualificação
      • Região
      • Religião
      • Saneamento
      • Saúde
      • Segurança
      • Tecnologia
      • Trânsito
      • Transporte
      • Turismo
    Notícias RS
    • Início
    • Sobre
    • Contato
    • Categorias
      • Agronegócio
      • Clima
      • Colunistas
      • Culinária
      • Cultura
      • Direitos Humanos
      • Economia
      • Emprego
      • Editorial
      • Educação
      • Eleições
      • Emprego
      • Ensino
      • Esporte
      • Estado
      • Estradas
      • Geral
      • Humor
      • Justiça
      • Lazer
      • Literatura
      • Meio Ambiente
      • Mistério
      • Mobilidade Urbana
      • Mundo
      • Música
      • Notícias
      • Obras
      • País
      • Polícia
      • Política
      • Previsão do Tempo
      • Qualificação
      • Região
      • Religião
      • Saneamento
      • Saúde
      • Segurança
      • Tecnologia
      • Trânsito
      • Transporte
      • Turismo
    Facebook Instagram YouTube
    Notícias RS
    Início » Senado aprova crédito consignado para trabalhadores com carteira assinada e inclui motoristas de aplicativo
    País

    Senado aprova crédito consignado para trabalhadores com carteira assinada e inclui motoristas de aplicativo

    Fernando KopperFernando Kopper4 de julho de 202504 Mins Read5
    O Senado aprovou nesta quinta-feira (3) o projeto que cria o crédito consignado para trabalhadores do setor privado com carteira assinada. Batizada de Crédito do Trabalhador, a modalidade já estava em vigor desde março por meio de uma Medida Provisória e agora segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
    A proposta recebeu apoio da base governista, de centrais sindicais e da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), que destacam a medida como um avanço na democratização do acesso ao crédito. Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, mais de R$ 14 bilhões já foram concedidos desde o lançamento do modelo, sendo que 60% dos tomadores recebem até quatro salários mínimos. Antes da criação da linha, trabalhadores do setor privado enfrentavam taxas médias de juros de 8,15% ao mês no crédito pessoal. Com o consignado, a expectativa é que essas taxas fiquem entre 3% e 4% mensais, ainda acima dos juros oferecidos a servidores públicos e aposentados, que variam entre 1,8% e 2% ao mês.
    O texto aprovado manteve as diretrizes centrais da Medida Provisória, mas incluiu novas possibilidades, como a adesão de motoristas e entregadores de aplicativos. Para esses trabalhadores, as parcelas do empréstimo serão descontadas diretamente dos repasses feitos pelas plataformas, com limite de até 30% da renda mensal. A regulamentação de como será feita a operacionalização ainda será definida pelo governo. O projeto também prevê o uso do FGTS como garantia: o trabalhador poderá oferecer até 10% do saldo disponível e até 100% da multa rescisória. Para especialistas, essa medida pode ajudar a reduzir as taxas de juros ao diminuir o risco para as instituições financeiras.
    O empréstimo poderá ser contratado por meio do aplicativo da Carteira de Trabalho Digital ou diretamente com instituições financeiras habilitadas. As propostas devem ser apresentadas em até 24 horas, o que, segundo o governo, estimula um ambiente mais transparente e competitivo. O projeto também determina a exigência de verificação biométrica e confirmação de identidade para assinatura dos contratos, penalidades para empregadores que não repassarem corretamente os valores descontados e a obrigatoriedade de redução da taxa de juros em casos de portabilidade de crédito.
    Apesar dos avanços apontados, especialistas fazem ressalvas. Segundo o professor Eugênio Hainzenreder Júnior, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), o perfil predominante dos tomadores — pessoas com renda de até quatro salários mínimos — preocupa, já que muitas vezes esse grupo tem menor grau de instrução e menos preparo para lidar com compromissos financeiros. Ele alerta para o risco de superendividamento e critica o fato de a medida ter sido divulgada como uma grande conquista, sem o devido alerta sobre os perigos de contrair dívidas sem planejamento. O economista Rafael Disconzi Rodrigues, também da PUCRS, destaca que, embora a taxa média do consignado CLT tenha caído de 3,94% em abril para 3,75% em maio, ainda está acima dos 3,09% registrados em março, quando a linha foi lançada. Na prática, isso representa uma taxa anual superior a 50%.
    Disconzi aponta fatores como a Selic elevada, a inadimplência entre trabalhadores da iniciativa privada, o spread bancário e a menor estabilidade do regime CLT como razões para os juros continuarem altos. Ele recomenda que o trabalhador só contrate crédito após comparar propostas, simular cenários e garantir que o comprometimento da renda não ultrapasse 30%. Também é fundamental buscar instituições autorizadas, evitar links suspeitos e ler atentamente o contrato antes de assinar. A portabilidade de contratos antigos para taxas menores também deve ser feita com atenção.
    Para os especialistas, o sucesso da medida dependerá da capacidade do governo de promover educação financeira e de manter uma política monetária mais branda nos próximos meses. Embora o acesso facilitado ao crédito possa aliviar o orçamento de curto prazo, ele pode incentivar gastos imediatos e reduzir a capacidade de poupança de longo prazo. Segundo Hainzenreder, a medida só é positiva quando acompanhada de planejamento consciente. Ele também recomenda que os trabalhadores mantenham uma planilha simples para monitorar o comprometimento da renda com dívidas fixas, o que pode ajudar a evitar o superendividamento. Após a sanção presidencial, o governo ainda precisará regulamentar os detalhes da operação com trabalhadores de aplicativos.
    Com informações: Jornalista Fernando Kopper
    Fernando Kopper

    Assuntos Relacionados

    País

    Defesa de Bolsonaro informa ao STF retomada de visitas durante prisão domiciliar

    21 de agosto de 2026
    País

    Discord aponta articulação no TikTok e Telegram antes de suicídio de adolescente de 13 anos

    14 de agosto de 2026
    País

    Decisão de Moraes contra suposta fonte de jornalista gera preocupação e críticas à liberdade de imprensa

    12 de agosto de 2026
    País

    Último lote do PIS/Pasep 2026 será pago em 15 de agosto; veja quem tem direito ao abono

    5 de agosto de 2026
    País

    Projeto de lei propõe proibir criação, venda e importação de cães da raça pitbull no Brasil

    4 de agosto de 2026
    País

    Gasolina passa a ter 32% de etanol a partir deste sábado em todo o Brasil

    31 de julho de 2026
    Últimas Notícias

    Excesso de chuva e baixa luminosidade retardam desenvolvimento das lavouras de trigo no RS

    25 de agosto de 2026

    Exame toxicológico passa a ser exigido para primeira habilitação no RS a partir de setembro

    25 de agosto de 2026

    Programa Caminhos do Sucesso entrega 420 certificados em Cruz Alta

    25 de agosto de 2026

    Brigada Militar apreende espingarda após denúncia de ameaça contra mulher em Tapera

    25 de agosto de 2026
    Todos direitos reservados NotíciasRS © 2026
    • Início
    • Política de Privacidade
    • Quem Somos
    • Termos de Uso
    • Contato

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.