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    Início » Câmara aprova licença menstrual de até dois dias por mês para mulheres com sintomas graves
    País

    Câmara aprova licença menstrual de até dois dias por mês para mulheres com sintomas graves

    Fernando KopperFernando Kopper29 de outubro de 202502 Mins Read3

    A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (28) o projeto de lei que cria a licença menstrual remunerada para trabalhadoras que enfrentam sintomas graves durante o período menstrual. A proposta, que garante até dois dias consecutivos de afastamento por mês, segue agora para análise do Senado Federal.

    O texto prevê que o benefício será concedido mediante apresentação de laudo médico, comprovando que a mulher se encontra temporariamente incapacitada de exercer suas atividades profissionais em razão dos sintomas. O direito será estendido a trabalhadoras com carteira assinada, estagiárias e empregadas domésticas.

    A relatora do projeto, deputada Professora Marcivania (PCdoB-AP), unificou o texto original da deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) com outras propostas apensadas, incluindo sugestões das comissões de Defesa dos Direitos da Mulher e de Administração e Serviço Público. Segundo Marcivania, a medida representa “uma relevante contribuição à legislação trabalhista brasileira, historicamente concebida sob uma lógica masculina que pouco incorporou as especificidades das mulheres”. Ela destacou ainda que o projeto é um instrumento de equidade e de prevenção em saúde ocupacional.

    Na versão original, Jandira Feghali propunha uma licença de até três dias por mês, mas o texto final reduziu o período para dois dias consecutivos. A deputada argumentou que cerca de 15% das mulheres sofrem sintomas intensos, como dores abdominais severas e cólicas incapacitantes, que comprometem o desempenho no trabalho e a rotina diária.

    O projeto altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), incluindo a licença menstrual entre as faltas justificadas, além de modificar a Lei do Estágio e a Lei Complementar nº 150/2015, que regulamenta o trabalho doméstico, garantindo o mesmo direito às respectivas categorias.

    Conforme o texto aprovado, caberá ao Poder Executivo definir o prazo de validade do laudo médico, a forma de apresentação e a periodicidade de renovação, considerando as peculiaridades de cada função.

    Se aprovado também pelo Senado, o Brasil passará a integrar o grupo de países que reconhecem a licença menstrual como direito trabalhista, a exemplo de Japão, Espanha e Indonésia.

    Com informações: Jornalista Fernando Kopper

    Fernando Kopper

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