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    Início » Comissão do Senado aprova projeto que flexibiliza regras para compra de armas de fogo
    País

    Comissão do Senado aprova projeto que flexibiliza regras para compra de armas de fogo

    Fernando KopperFernando Kopper7 de novembro de 202503 Mins Read3

    A Comissão de Segurança Pública do Senado Federal aprovou na última terça-feira (4) o Projeto de Lei 2.424/2022, que altera regras para a compra e o uso de armas de fogo no país. A matéria recebeu parecer favorável do senador Luis Carlos Heinze (PP-RS) e agora segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde deve passar pela etapa final antes de ir ao plenário.

    Proposto pelo ex-senador gaúcho Lasier Martins, o projeto retira do Estatuto do Desarmamento a exigência de que o cidadão comprove a chamada “efetiva necessidade” para adquirir uma arma. Com isso, o processo de compra se torna menos restritivo para o interessado.

    O texto também reduz a quantidade de documentos exigidos no momento da aquisição. Pela proposta, o comprador deverá apresentar apenas certidões que comprovem não ter sido condenado ou não responder a inquérito ou ação penal por crimes como homicídio doloso, tráfico de drogas, tráfico de armas ou outras infrações consideradas hediondas. Hoje, a legislação impede a aquisição caso a pessoa responda a qualquer tipo de investigação criminal, além de exigir certidões das justiças federal, estadual, militar e eleitoral.

    Outro ponto destacado no relatório é a orientação para que certidões considerem as chamadas excludentes de ilicitude, como legítima defesa. Segundo Heinze, a medida visa evitar que cidadãos que se defenderam em situações de risco sejam automaticamente impedidos de adquirir ou manter armas antes de uma eventual condenação.

    O projeto também amplia de forma significativa os limites permitidos ao comprador. Caso aprovado, será possível registrar até 10 armas de fogo e adquirir até 500 munições por ano para cada uma delas. Além disso, o texto abre margem para que o certificado de registro funcione, em alguns casos, como porte, permitindo o transporte da arma entre a residência e o local de trabalho, desde que descarregada.

    A proposta ainda autoriza caçadores, atiradores esportivos e colecionadores a utilizarem suas armas em situações de defesa pessoal, com possibilidade de manter até oito delas em pronto uso.

    Por fim, o projeto define tecnicamente quais armas são consideradas de uso permitido, buscando padronizar a classificação hoje estabelecida por decretos. Entre elas, estão pistolas e revólveres, além de armas portáteis de alma raiada e de alma lisa, como carabinas e espingardas.

    O tema deve gerar debate na CCJ, onde senadores contrários e favoráveis à flexibilização da legislação armamentista se articulam para a próxima etapa de votação.

    Com informações: Jornalista Fernando Kopper

    Fernando Kopper

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