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    Agronegócio

    Chuvas amenizam estresse hídrico e recuperam parcialmente lavouras de soja no Rio Grande do Sul

    Fernando KopperFernando Kopper23 de fevereiro de 202604 Mins Read1

    As chuvas registradas recentemente no Rio Grande do Sul proporcionaram recuperação momentânea das lavouras de soja afetadas pela falta de precipitações nas últimas semanas. A recomposição parcial da umidade do solo ocorreu em área mais abrangente, especialmente na região da Fronteira com o Uruguai e no Centro-Oeste do Estado, favorecendo a recuperação da turgidez das plantas e reduzindo, de forma temporária, os sintomas de déficit hídrico.

    Apesar da melhora nas condições, a cultura ainda apresenta elevada variabilidade de potencial produtivo entre lavouras, reflexo da distribuição irregular das chuvas e da persistência de alta demanda evaporativa. Esses fatores resultaram em déficits hídricos distintos entre regiões e áreas de cultivo. Em parte das lavouras, a produtividade projetada permanece próxima à expectativa inicial, desde que haja continuidade das chuvas nas próximas semanas. No entanto, perdas já estão consolidadas em áreas submetidas a déficit hídrico prolongado, sobretudo em solos rasos e arenosos e em áreas de relevo mais elevado.

    Atualmente, cerca de 85% das lavouras estão em fase reprodutiva, sendo 35% em florescimento e 50% em enchimento de grãos, período considerado crítico para definição do rendimento. Nas áreas mais afetadas, são observados sinais como senescência precoce, abortamento de flores e vagens, redução da área foliar e heterogeneidade na estatura das plantas. Em contrapartida, lavouras em solos com maior capacidade de retenção de água, como várzeas e áreas com adequada cobertura de palhada, mantêm melhores condições fisiológicas e maior potencial produtivo.

    Não há pressão significativa de pragas, sendo realizados controles pontuais de ácaros, tripes e percevejos. Também há incidência de ferrugem-asiática, principalmente em locais com maior umidade, com aplicação de fungicidas e alternância de princípios ativos.

    Entre as demais culturas de verão, a colheita do milho alcança 58% da área cultivada, com produtividade satisfatória e próxima à estimada inicialmente nas áreas já colhidas. As lavouras remanescentes apresentam grande variabilidade de rendimento devido à irregularidade das chuvas e ao déficit hídrico em fases críticas do desenvolvimento. Nas áreas tardias e de segunda safra, há limitações no estabelecimento e no crescimento vegetativo por conta da baixa umidade do solo e das altas temperaturas. Onde houve precipitações recentes, observa-se recuperação parcial do potencial produtivo, condicionada à continuidade das chuvas. A presença de cigarrinha é registrada em diversas regiões, com monitoramento e controles pontuais.

    No milho destinado à silagem, o estresse hídrico ainda afeta muitas lavouras, embora as precipitações esparsas tenham amenizado os efeitos das altas temperaturas e da intensa radiação solar. O impacto é mais severo em áreas com manejo inadequado, enquanto talhões com solo bem estruturado e adubação ajustada apresentam rendimento satisfatório, com acúmulo adequado de biomassa e matéria seca. Já em áreas com manejo menos criterioso, a irregularidade hídrica resultou em menor estatura das plantas, redução da produção de massa verde e variações na qualidade da silagem.

    A colheita do feijão de primeira safra está praticamente concluída nas regiões de plantio precoce ou intermediário. Nos Campos de Cima da Serra, onde predomina o plantio tardio, ainda há áreas em desenvolvimento, floração e enchimento de grãos. Os preços pagos ao produtor estão depreciados, o que desestimula investimentos na segunda safra. Já o feijão de segunda safra apresenta bom estabelecimento e desenvolvimento inicial, mantendo quadro considerado normal, já que as lavouras ainda não atingiram fases mais sensíveis ao estresse hídrico.

    A cultura do arroz apresenta desenvolvimento fisiológico adequado, favorecido pela elevada radiação solar e pela disponibilidade hídrica satisfatória nos sistemas de irrigação. Predominam lavouras nas fases reprodutivas de floração e enchimento de grãos, com avanço gradual da colheita nas áreas mais precoces. As altas temperaturas durante a antese podem ter causado esterilidade parcial de espiguetas em algumas áreas, com possível impacto pontual no rendimento final. De modo geral, a expectativa é de produtividade dentro das estimativas iniciais, condicionada à manutenção das condições hídricas e térmicas ao longo do ciclo.

    Com informações: Jornalista Fernando Kopper

    Fernando Kopper

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