Close Menu
    • Início
    • Sobre
    • Contato
    • Categorias
      • Agronegócio
      • Clima
      • Colunistas
      • Culinária
      • Cultura
      • Direitos Humanos
      • Economia
      • Emprego
      • Editorial
      • Educação
      • Eleições
      • Emprego
      • Ensino
      • Esporte
      • Estado
      • Estradas
      • Geral
      • Humor
      • Justiça
      • Lazer
      • Literatura
      • Meio Ambiente
      • Mistério
      • Mobilidade Urbana
      • Mundo
      • Música
      • Notícias
      • Obras
      • País
      • Polícia
      • Política
      • Previsão do Tempo
      • Qualificação
      • Região
      • Religião
      • Saneamento
      • Saúde
      • Segurança
      • Tecnologia
      • Trânsito
      • Transporte
      • Turismo
    Notícias RS
    • Início
    • Sobre
    • Contato
    • Categorias
      • Agronegócio
      • Clima
      • Colunistas
      • Culinária
      • Cultura
      • Direitos Humanos
      • Economia
      • Emprego
      • Editorial
      • Educação
      • Eleições
      • Emprego
      • Ensino
      • Esporte
      • Estado
      • Estradas
      • Geral
      • Humor
      • Justiça
      • Lazer
      • Literatura
      • Meio Ambiente
      • Mistério
      • Mobilidade Urbana
      • Mundo
      • Música
      • Notícias
      • Obras
      • País
      • Polícia
      • Política
      • Previsão do Tempo
      • Qualificação
      • Região
      • Religião
      • Saneamento
      • Saúde
      • Segurança
      • Tecnologia
      • Trânsito
      • Transporte
      • Turismo
    Facebook Instagram YouTube
    Notícias RS
    Início » Vacinação contra HPV reduz em até 67% lesões pré-cancerosas em mulheres jovens no Brasil
    Saúde

    Vacinação contra HPV reduz em até 67% lesões pré-cancerosas em mulheres jovens no Brasil

    Fernando KopperFernando Kopper7 de outubro de 202502 Mins Read7

    Um estudo conduzido entre 2019 e 2023 com dados do Sistema Único de Saúde (SUS) avaliou mais de 60 milhões de mulheres, com idades entre 20 e 24 anos, e revelou que a vacinação contra o papilomavírus humano (HPV) reduziu em 58% os casos de câncer do colo do útero e em 67% as lesões pré-cancerosas graves (NIC3). A pesquisa envolveu cientistas da Fiocruz, com apoio da Royal Society e do CNPq, e foi publicada pela revista científica The Lancet.

    Os resultados mostram que o efeito da vacina é consistente mesmo antes da idade de rastreamento recomendada, aos 25 anos, confirmando o imunizante como uma das estratégias mais eficazes de saúde pública para salvar vidas e reduzir desigualdades no acesso à prevenção do câncer.

    Segundo os pesquisadores da Fiocruz Bahia, Thiago Cerqueira-Silva, Manoel Barral-Netto e Viviane Sampaio Boaventura, “o impacto observado no Brasil confirma que a vacinação contra o HPV é eficaz não apenas em países de alta renda, mas também em contextos com recursos limitados. Esse é um passo fundamental rumo à eliminação global do câncer do colo do útero”.

    Desde 2014, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) oferece a vacina gratuitamente pelo SUS. Em 2024, o país adotou o esquema de dose única, e em 2025, novas diretrizes ampliaram a vacinação para adolescentes de 15 a 19 anos, além de grupos prioritários, como usuários de PrEP, imunossuprimidos e pacientes com papilomatose respiratória recorrente.

    O câncer do colo do útero ainda é o segundo mais comum entre mulheres brasileiras e uma das principais causas de mortalidade feminina. Estima-se que 50% a 70% das pessoas sexualmente ativas terão contato com o HPV em algum momento da vida. A vacina protege contra até 98% dos tipos oncogênicos mais perigosos.

    O imunizante é indicado para: meninas e meninos de 9 a 14 anos; mulheres e homens que vivem com HIV, transplantados de órgãos sólidos, de medula óssea ou pacientes oncológicos entre 9 e 45 anos; e vítimas de abuso sexual imunocompetentes de 15 a 45 anos que não tenham completado o esquema vacinal.

    A pesquisa reforça que a vacinação é a medida mais eficaz para prevenção da infecção pelo HPV, contribuindo para reduzir desigualdades em saúde e aproximar o Brasil da meta da Organização Mundial da Saúde (OMS) de eliminar o câncer do colo do útero como problema de saúde pública.

    Com informações: Jornalista Fernando Kopper
    Fonte: Correio do Povo

    Fernando Kopper

    Assuntos Relacionados

    Saúde

    Novas regras para doação de sangue ampliam critérios e passam a valer em outubro

    19 de agosto de 2026
    Saúde

    11º Mamaço Cruz-altense reúne famílias em defesa e valorização da amamentação

    10 de agosto de 2026
    Saúde

    Quatro casos de raiva em bovinos colocam Doutor Maurício Cardoso em alerta sanitário

    5 de agosto de 2026
    Saúde

    Programa Sesc Maturidade Ativa celebra 20 anos de atuação em Cruz Alta

    5 de agosto de 2026
    Saúde

    Hospital São Vicente de Paulo de Cruz Alta enfrenta superlotação e prioriza casos de urgência e emergência

    14 de julho de 2026
    Saúde

    Cruz Alta conquista certificação da Rede Bem Cuidar RS para duas equipes de saúde e amplia programa no município

    10 de julho de 2026
    Últimas Notícias

    Excesso de chuva e baixa luminosidade retardam desenvolvimento das lavouras de trigo no RS

    25 de agosto de 2026

    Exame toxicológico passa a ser exigido para primeira habilitação no RS a partir de setembro

    25 de agosto de 2026

    Programa Caminhos do Sucesso entrega 420 certificados em Cruz Alta

    25 de agosto de 2026

    Brigada Militar apreende espingarda após denúncia de ameaça contra mulher em Tapera

    25 de agosto de 2026
    Todos direitos reservados NotíciasRS © 2026
    • Início
    • Política de Privacidade
    • Quem Somos
    • Termos de Uso
    • Contato

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.