A 5ª edição do FesTeatro de Cruz Alta reconheceu o talento, a criatividade e a dedicação de estudantes, professores, diretores e profissionais envolvidos na produção teatral do município. O festival destacou trabalhos artísticos de escolas municipais e do Núcleo Municipal de Arte e Cultura (NUMAC), com premiações que contemplaram desde as interpretações individuais até a dramaturgia, a caracterização, os recursos técnicos e a produção dos espetáculos.
Na categoria Melhor Trabalho Artístico, o primeiro lugar ficou com A Roupa Nova do Faraó, da EMEF Amado Lacroix. Em segundo lugar, foi premiado Quero Ser uma Estrela, do NUMAC, seguido por Dom Quixote de La Cruz, da EMEF Getúlio Vargas, na terceira colocação.
Nas categorias de interpretação, foram reconhecidos quatro nomes em Melhor Ator: João Augusto de Freitas, da EMEF Amado Lacroix; Jorge Tassoti, da EMEF Getúlio Vargas; Ravi Dantas, do NUMAC (EMEF Arthur Moreira); e Arthur Machado, da EMEF Arthur Moreira.
Em Melhor Atriz, as homenageadas foram Eloisa Mendes, da EMEF Gabriel Annes; Maria Costa, da EMEF Castelo Branco; Isabela da Costa, da EMEF Antônio Serra; e Isabela dos Santos, da EMEF Getúlio Vargas.

Na categoria Melhor Ator Coadjuvante, foram reconhecidos Eric e Joaquim da Silveira, do NUMAC (Tottem); Alisson Kunt, da EMEF Gabriel Annes; e Kevin Dijon, do NUMAC (Alberto Pasqualini). Já em Melhor Atriz Coadjuvante, receberam destaque Agatha Hespanhol, do NUMAC (Annes Dias); Emily de Oliveira e Thaíssa Parnow, ambas da EMEF Ildo Meneguetti; e Isadora Ribeiro, da EMEF Gabriel Annes.
O festival também valorizou novos talentos. Em Melhor Ator Revelação, foram premiados David Lopes, da EMEF Amado Lacroix; Douglas da Costa, da EMEF Getúlio Vargas; e Davi da Silva, da EMEF Gabriel Annes. Na categoria Melhor Atriz Revelação, os destaques foram Giovana Peralta, da EMEF 18 de Agosto; Sophia Hadassa, da EMEF Arthur Moreira; Eva Maria Oliveira, do NUMAC; e Lívia Matrid, da EMEF Toríbio Veríssimo.
Na categoria Melhor Conjunto de Atores, foram reconhecidas as produções Aó Que Pegou, da EMEF Frederico Baiocchi; O Tesouro do General, da EMEF Gabriel Annes; e Quero Ser uma Estrela, do NUMAC.
A qualidade dos textos também esteve entre os destaques da programação. Em Melhor Dramaturgia, foram premiadas as peças A Roupa Nova do Faraó, de Renato Casagrande e Carol Guma; Quero Ser uma Estrela, de Renato Casagrande e Roberta Teixeira; Dom Quixote de La Cruz, de Gabriel Bem e Roberta Teixeira; e O Tesouro do General, de Kléber Lorenzoni e Ana Kraemer.

Na categoria Melhor Caracterização, os reconhecimentos contemplaram diferentes aspectos visuais das montagens. A Roupa Nova do Faraó, da EMEF Amado Lacroix, e Quero Ser uma Estrela, do NUMAC, foram destacadas pelos figurinos. Dom Quixote de La Cruz, da EMEF Getúlio Vargas, recebeu reconhecimento pela maquiagem, enquanto Aó Que Pegou, da EMEF Frederico Baiocchi, foi premiada pelo figurino.
Os recursos técnicos também tiveram espaço na premiação. Em Melhor Aparato Técnico, A Roupa Nova do Faraó, da EMEF Amado Lacroix, foi reconhecida pela trilha sonora e pelo cenário. De Volta à Maria Fumaça, da EMEF 18 de Agosto, destacou-se pelo cenário; Quero Ser uma Estrela, do NUMAC, pela trilha sonora; e Dom Quixote de La Cruz, da EMEF Getúlio Vargas, pelo cenário.
Na categoria Melhor Produção, o júri decidiu por unanimidade conceder o prêmio a todos os diretores do projeto Dia D Teatro, em reconhecimento à competência e ao esforço demonstrados nas peças apresentadas.
O FesTeatro também concedeu o Troféu de Participação Especial a Roberta Teixeira, por Quero Ser uma Estrela; Valentina Lemes, por Aó Que Pegou; Michely Moura, por A Roupa Nova do Faraó; e Giovana Lopes, por A Última Marchinha.
Nos Prêmios Especiais do Júri, o primeiro reconhecimento foi concedido a Cristiano Rodrigues e Marquinhos Silveira, pelo trabalho de logística no transporte dos alunos durante o festival. O segundo foi destinado à organização do FesTeatro, pela iniciativa de ampliar o evento para dois dias, proporcionando maior agilidade logística para as apresentações.
A premiação evidencia a diversidade de talentos envolvidos no teatro estudantil de Cruz Alta e o trabalho desenvolvido pelas escolas, educadores, artistas e equipes responsáveis pelas montagens. Além de reconhecer o desempenho dos participantes, o festival valoriza a arte como ferramenta de expressão, aprendizado, criatividade e desenvolvimento cultural dos estudantes.
Com informações: Jornalista Fernando Kopper
