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    Início » Farelo de soja sofre pressão externa em 2025, apesar de demanda interna favorável, aponta Conab
    Agronegócio

    Farelo de soja sofre pressão externa em 2025, apesar de demanda interna favorável, aponta Conab

    Fernando KopperFernando Kopper29 de janeiro de 202603 Mins Read0

    O mercado brasileiro de farelo de soja enfrentou um cenário desafiador ao longo de 2025, influenciado principalmente por fatores externos, mesmo diante de expectativas positivas para o consumo interno do produto. A análise consta no Boletim Logístico – Ano IX, edição de janeiro de 2026, divulgado nesta semana pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que detalha o comportamento do setor e o desempenho logístico das exportações do subproduto da soja.

    Segundo a Conab, o principal fator de pressão sobre os preços foi a forte queda das cotações do óleo de soja negociado na Bolsa de Chicago, referência internacional para o complexo da soja. Como os mercados de óleo e farelo possuem forte correlação, a desvalorização do primeiro acabou refletindo também no desempenho do segundo, impactando a rentabilidade e os preços praticados no comércio internacional.

    O boletim destaca ainda que o recuo foi intensificado por fatores macroeconômicos, como a queda expressiva nos preços do petróleo ao longo do ano e a realização de lucros por parte de fundos de investimento, movimento comum após ciclos de alta nas commodities agrícolas. Outro ponto citado no relatório foi a divulgação do relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que surpreendeu o mercado ao indicar aumento da área colhida e da produção, elevando os estoques finais globais, mesmo com o crescimento do consumo interno em alguns países.

    Apesar do ambiente internacional pressionado, o Brasil manteve desempenho consistente nas exportações de farelo de soja. Entre janeiro e dezembro de 2025, o país embarcou 23,3 milhões de toneladas do produto, volume levemente superior às 23,1 milhões de toneladas exportadas em igual período de 2024, demonstrando estabilidade na demanda externa pelo subproduto brasileiro.

    O porto de Santos permaneceu como principal corredor de escoamento, concentrando 43,2% dos embarques nacionais, embora tenha registrado leve queda em participação na comparação com o ano anterior, quando respondeu por 44,5% do total exportado. Paranaguá, por sua vez, ampliou discretamente sua fatia, passando de 27,2% para 27,8% dos embarques nacionais.

    Já o porto do Rio Grande também registrou crescimento em sua participação, respondendo por 16,9% das exportações, ante 15,2% no ano anterior. O porto de Salvador, por sua vez, apresentou avanço proporcional ainda mais significativo, concentrando 7,4% do volume embarcado, acima dos 6,6% registrados em 2024.

    Em relação à origem do farelo exportado, os estados de Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Paraná e Goiás seguem liderando a produção destinada ao mercado externo, reflexo da forte presença da agroindústria da soja nessas regiões e da consolidação das cadeias logísticas de escoamento.

    A Conab ressalta que, apesar das oscilações externas, o mercado interno segue sustentado pela demanda da cadeia de proteínas animais, especialmente nos setores de aves e suínos, que utilizam o farelo como principal componente proteico na alimentação. Ainda assim, o comportamento dos preços internacionais continuará sendo fator decisivo para o desempenho do segmento ao longo de 2026.

    O relatório conclui que o cenário exige atenção dos produtores e agentes do setor, especialmente diante da volatilidade global das commodities e das mudanças nos fluxos comerciais internacionais, que podem alterar rapidamente o equilíbrio entre oferta e demanda.

    Com informações: Jornalista Fernando Kopper
    Fonte: Agrolink

    Fernando Kopper

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