Um forte temporal atingiu Júlio de Castilhos na noite de terça-feira (3), provocando uma série de estragos na cidade e no interior do município. A intensidade dos ventos assustou moradores e causou danos em residências, estruturas, estabelecimentos comerciais e na rede elétrica.
Segundo o portal de notícias Alcir61, centenas de casas ficaram destelhadas. Em alguns imóveis, praticamente toda a cobertura foi arrancada pela força do vento. Também foram registradas quedas de árvores, danos em estruturas e fios da rede elétrica caídos em vias públicas.
Entre as ocorrências de maior destaque está o desabamento da cobertura do estacionamento de um supermercado, que também teve vidros quebrados em decorrência do temporal.
No interior do município, houve registro de granizo, provocando prejuízos em lavouras. A intensidade do fenômeno e os danos observados levantaram questionamentos sobre a possibilidade de ocorrência de ventos com características tornádicas, hipótese que ainda depende de confirmação técnica.
O temporal deixou todo o município sem energia elétrica durante a noite. O fornecimento começou a ser restabelecido por volta das 2h da madrugada desta quarta-feira (4).
Com o amanhecer, moradores encontraram um cenário de destruição e começaram a contabilizar os prejuízos e realizar os primeiros trabalhos de recuperação. Famílias atingidas procuraram o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil em busca de atendimento, principalmente para solicitar lonas e proteger temporariamente as residências destelhadas.
As aulas da rede municipal de ensino foram suspensas durante a manhã desta quarta-feira. Os prejuízos ainda estão sendo avaliados e, até o momento, não há informações sobre pessoas feridas.
Em apoio ao município vizinho, a Defesa Civil Municipal de Tupanciretã também está se deslocando a Júlio de Castilhos para auxiliar na distribuição de lonas às famílias atingidas, contribuindo com o atendimento emergencial aos moradores que tiveram suas casas danificadas.
As autoridades orientam a população a evitar a aproximação de árvores caídas, estruturas comprometidas e fios elétricos no chão. Situações de risco devem ser comunicadas aos órgãos responsáveis.
Com informações: Jornalista Fernando Kopper
Fonte: Jornal Manchete Digital
