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    Início » RS registra média de um feminicídio a cada quatro dias desde 2012 e já soma 11 mulheres assassinadas em 2026
    Estado

    RS registra média de um feminicídio a cada quatro dias desde 2012 e já soma 11 mulheres assassinadas em 2026

    Fernando KopperFernando Kopper30 de janeiro de 202603 Mins Read5
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    O Rio Grande do Sul inicia o ano de 2026 com um cenário preocupante em relação à violência de gênero. Até o momento, 11 mulheres já foram vítimas de feminicídio no Estado, número que reforça uma realidade persistente ao longo da última década.

    Dados do Observatório da Violência contra a Mulher, vinculado à Secretaria de Segurança Pública do RS e compilados pela Frente Parlamentar de Homens pelo Fim da Violência contra a Mulher da Assembleia Legislativa, mostram que entre 2012 e 2025 foram registrados 1.284 feminicídios no território gaúcho. O número representa, em média, o assassinato de uma mulher a cada quatro dias.

    No mesmo período, o Estado contabilizou 27.426 registros de estupro, o equivalente a mais de cinco casos por dia, ou ainda uma mulher violentada sexualmente a cada quatro horas e meia.

    A dimensão da violência, porém, é ainda maior quando considerados outros crimes. Somando tentativas de feminicídio, ameaças, agressões e lesões corporais, as delegacias gaúchas registraram aproximadamente 854 mil ocorrências de violência contra a mulher nos últimos 13 anos, evidenciando um problema estrutural e persistente.

    O levantamento aponta que 2018 foi o ano mais letal para mulheres no Estado, com 116 feminicídios registrados. Já 2023 concentrou o maior número de estupros da série histórica, somando 2.815 ocorrências. Criado em 2012, o Observatório também reúne dados sobre milhares de tentativas de feminicídio e outros crimes, demonstrando que a violência se mantém ao longo do tempo sem redução consistente.

    No campo das políticas públicas, a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) foi criada em 2011, extinta em 2015 e recriada apenas em 2025. O período sem a estrutura estadual dedicada ao tema é apontado por especialistas e entidades como uma lacuna na coordenação das ações de prevenção e fortalecimento da rede de proteção às vítimas.

    Desde 2011, a Assembleia Legislativa mantém ativa a Frente Parlamentar de Homens pelo Fim da Violência contra a Mulher, atualmente coordenada pelo deputado estadual Adão Pretto Filho (PT). A iniciativa atua principalmente na conscientização masculina por meio de campanhas públicas, ações educativas e atividades realizadas em escolas, comunidades, estádios de futebol e espaços públicos.

    Em entrevista à Rádio Uirapuru, o parlamentar classificou os números como uma verdadeira epidemia. Segundo ele, o enfrentamento exige investimentos contínuos em prevenção e educação. O deputado destaca ainda que a maioria dos crimes é cometida por homens próximos às vítimas, como maridos, ex-companheiros ou familiares, o que reforça a necessidade de mudanças culturais e comportamentais.

    Conforme Adão Pretto Filho, é fundamental ampliar o diálogo com os homens para enfrentar o problema. Ele defende que é preciso superar padrões machistas ainda presentes na sociedade e reforçar que mulheres têm direito de viver com liberdade e segurança.

    Entre as iniciativas em andamento, o deputado é autor de projeto que propõe incluir conteúdos sobre a Lei Maria da Penha nos currículos da rede pública, buscando trabalhar a prevenção desde a infância e adolescência. Também vêm sendo adotadas medidas como uso de tornozeleiras eletrônicas para agressores, aplicação da Lei da Máscara Roxa e campanhas de conscientização em estádios de futebol.

    Apesar das ações em curso, os números indicam que o combate à violência contra a mulher no Rio Grande do Sul ainda exige políticas públicas permanentes e integradas, além de uma profunda transformação cultural capaz de romper ciclos históricos de violência de gênero.

    Com informações: Jornalista Fernando Kopper
    Fernando Kopper

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