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    Início » Dr. Alfredo Roeber explica catarata, glaucoma e a importância do exame oftalmológico
    Saúde

    Dr. Alfredo Roeber explica catarata, glaucoma e a importância do exame oftalmológico

    Fernando KopperFernando Kopper8 de janeiro de 202607 Mins Read1

    Na manhã desta quarta-feira, 7 de janeiro, o jornalista Fernando Kopper da Rádio Planetário realizou uma entrevista com o oftalmologista Dr. Alfredo Roeber (CRM 18653), proprietário da Oftalmodonto Clínica, de Cruz Alta. A conversa contou também com a participação do comunicador Rodrigo Oliveira e trouxe um panorama amplo, técnico e ao mesmo tempo didático sobre as principais doenças que afetam a visão, com destaque especial para a catarata, além de orientações sobre glaucoma, diabetes, uso de telas, óculos sem prescrição e a importância do acompanhamento oftalmológico regular.

    Logo no início da conversa, os comunicadores ressaltaram a relevância do tema para a comunidade de Espumoso e região, destacando que muitas doenças oculares evoluem de forma silenciosa, sem sintomas imediatos, o que pode atrasar o diagnóstico e comprometer a visão de forma definitiva. Ao cumprimentar os ouvintes, o Dr. Alfredo Roeber agradeceu o espaço e reforçou que falar sobre oftalmologia é uma forma direta de promover qualidade de vida, já que a visão tem papel central na autonomia das pessoas.

    Catarata: o que é e por que gera tanta confusão

    Ao abordar a catarata, o oftalmologista explicou que se trata de um dos termos mais conhecidos da oftalmologia, mas também um dos mais confundidos pela população. Segundo ele, é comum que pacientes associem qualquer visão turva à catarata ou confundam a doença com o pterígio, popularmente conhecido como “carne no olho”, que é visível externamente.

    Dr. Alfredo esclareceu que a catarata, na verdade, é a opacificação do cristalino, uma lente natural localizada dentro do olho, invisível a olho nu. Em condições normais, o cristalino é transparente e permite a passagem adequada da luz para a retina. Com o passar do tempo, especialmente com o envelhecimento, essa lente pode perder a transparência, comprometendo progressivamente a visão. Quando isso ocorre, caracteriza-se a catarata, cujo tratamento definitivo é cirúrgico.

    Tipos de catarata e velocidade de evolução

    Durante a entrevista, o médico detalhou que a causa mais comum da catarata é a senilidade, relacionada ao envelhecimento, geralmente a partir dos 65 ou 70 anos. Nesses casos, a evolução costuma ser lenta e progressiva ao longo dos anos. No entanto, ele ressaltou que a medicina não trabalha com regras absolutas: em algumas situações, a opacificação pode evoluir rapidamente, em poucos meses, já exigindo cirurgia.

    Além da catarata relacionada à idade, Dr. Alfredo citou outros tipos, como a catarata congênita, presente desde o nascimento e geralmente associada a infecções adquiridas pela mãe durante a gestação, como rubéola ou sífilis; a catarata traumática, decorrente de impactos ou perfurações no olho; a catarata associada a doenças metabólicas, especialmente o diabetes; e a catarata medicamentosa, relacionada ao uso prolongado de corticoides, tanto por via oral quanto em colírios.

    Sintomas, diagnóstico e momento certo da cirurgia

    Questionado sobre os sinais da catarata, o oftalmologista foi direto: o principal sintoma é a diminuição da visão, geralmente sem dor, vermelhidão ou coceira. A visão passa a ficar turva, como se houvesse uma névoa constante, muitas vezes começando em apenas um dos olhos. Em casos mais comuns, não há desconforto associado, o que faz com que muitas pessoas demorem a procurar atendimento médico.

    O diagnóstico, conforme explicou, é simples e feito durante o exame oftalmológico com equipamentos básicos de consultório. No entanto, nem toda catarata diagnosticada exige cirurgia imediata. O acompanhamento periódico permite avaliar a evolução da opacificação e indicar o procedimento no momento mais adequado, geralmente quando a visão já interfere nas atividades diárias ou quando o paciente deseja recuperar plenamente a qualidade visual.

    Cirurgia de catarata: avanços e segurança

    Um dos pontos centrais da entrevista foi a explicação sobre a cirurgia de catarata e sua evolução ao longo das últimas décadas. Dr. Alfredo lembrou que, há 30 ou 40 anos, a cirurgia só era realizada em estágios muito avançados da doença, quando o paciente já estava praticamente cego, devido às limitações técnicas da época. O procedimento exigia cortes maiores e a retirada inteira do cristalino.

    Atualmente, a técnica é totalmente diferente. A cirurgia é feita por meio de um corte de aproximadamente 2 milímetros, utilizando um equipamento chamado facoemulsificador, que fragmenta e aspira o cristalino opaco. No mesmo procedimento, é implantada uma lente intraocular, responsável por restaurar o foco da visão. O tempo cirúrgico gira em torno de 15 a 20 minutos, e, na maioria dos casos, o pós-operatório é rápido, indolor e com recuperação visual em poucos dias.

    O médico alertou que adiar excessivamente a cirurgia pode dificultar o procedimento, já que cataratas mais avançadas tornam o cristalino mais rígido, aumentando o risco de complicações. Por isso, hoje a orientação é não esperar a doença atingir estágios extremos.

    SUS, acesso ao tratamento e mutirões

    Durante a participação do repórter Rodrigo Oliveira, o tema do acesso à cirurgia pelo Sistema Único de Saúde (SUS) também foi abordado. Dr. Alfredo confirmou que o procedimento é coberto pelo SUS, embora haja filas de espera, que variam conforme a região. Em Cruz Alta, por exemplo, os pacientes são encaminhados para centros de referência em outras cidades, como Faxinal do Soturno.

    Ele também comentou sobre os mutirões de catarata, mais comuns em outros estados brasileiros, nos quais equipes médicas realizam atendimentos e cirurgias em grande escala, especialmente em regiões com pouco acesso à oftalmologia, reduzindo a demanda reprimida.

    Catarata não volta e cuidados com o uso de óculos
    Outro esclarecimento importante foi sobre a possibilidade de a catarata retornar após a cirurgia. Segundo o oftalmologista, isso não ocorre, pois o cristalino é totalmente removido e não se regenera. Em alguns casos, pode haver opacificação de uma membrana próxima à lente intraocular, situação facilmente tratada, mas que não caracteriza uma nova catarata.

    Sobre o uso de óculos comprados sem prescrição, Dr. Alfredo explicou que eles não causam catarata nem outras doenças diretamente. No entanto, o maior risco é fazer com que as pessoas deixem de consultar um oftalmologista regularmente, atrasando o diagnóstico de doenças silenciosas, como o glaucoma. No caso dos óculos de sol, o alerta é maior, pois nem todos oferecem proteção contra raios ultravioleta, mesmo sendo escuros.

    Glaucoma, diabetes e outras doenças oculares

    Na parte final da entrevista, o médico ampliou o debate para outras doenças que afetam os olhos. Ele destacou o glaucoma como a principal causa de cegueira irreversível no mundo, caracterizado pelo aumento da pressão intraocular e pela perda progressiva do nervo óptico, geralmente sem sintomas iniciais. Por isso, reforçou a necessidade de consultas regulares, especialmente a partir dos 40 anos ou em pessoas com histórico familiar.

    O diabetes também foi apontado como uma condição que pode causar danos graves à retina, levando à perda visual definitiva se não for controlado. Além disso, o uso excessivo de telas, alergias, conjuntivites e infecções adquiridas durante a gestação foram citados como fatores que exigem atenção e acompanhamento especializado.

    Ao encerrar a entrevista, Dr. Alfredo Roeber agradeceu o espaço, reforçou que muitas doenças oculares podem ser prevenidas ou controladas com diagnóstico precoce e deixou um recado claro aos ouvintes: cuidar da visão é investir em qualidade de vida. Ele também disponibilizou o telefone da Oftalmodonto Clínica, em Cruz Alta, para quem busca atendimento especializado.

    Dr. Alfredo Roeber atende na Oftalmodonto Clínica, localizada na Rua Duque de Caxias, nº 871, no Centro de Cruz Alta/RS. Fone: (55) 3322-7717.

    Com informações: Jornalista Fernando Kopper
    Fonte: Rádio Planetário

    Fernando Kopper

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