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    Início » Operação Gollum desarticula esquema de desvio de recursos públicos em Passo Fundo
    Polícia

    Operação Gollum desarticula esquema de desvio de recursos públicos em Passo Fundo

    Fernando KopperFernando Kopper4 de dezembro de 202403 Mins Read5
    O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) deflagrou, nesta quarta-feira (3), a Operação Gollum, com o objetivo de desmantelar um esquema criminoso que desviava recursos públicos do Estado e do IPE Saúde para tratamentos médicos domiciliares, conhecidos como “home care”, solicitados judicialmente. A operação, que contou com o apoio da Brigada Militar, resultou no cumprimento de 11 mandados de busca e apreensão em empresas, escritórios de advocacia e residências em Passo Fundo. Além disso, foram bloqueadas contas bancárias de 12 pessoas físicas e jurídicas, com valores que já somam cerca de R$ 500 mil.
    A investigação teve início após a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) perceber ordens judiciais, no valor de R$ 35 milhões, solicitando serviços médicos domiciliares. O tratamento, que envolve o fornecimento de atendimento multidisciplinar e insumos médicos na residência do paciente, é altamente especializado, mas houve necessidade de apurar a veracidade dessas solicitações.
    O GAECO identificou dois empresários de empresas de “home care” suspeitas, além de seis pais ou responsáveis por crianças e adolescentes de Passo Fundo que se associaram a um escritório de advocacia local para forjar os pedidos de “home care”, obtendo a liberação de valores do Estado de maneira fraudulenta. O esquema envolvia a apresentação de contas falsas à Justiça, garantindo que os recursos públicos fossem desviados para serviços que não correspondiam às necessidades reais dos pacientes.
    De acordo com o coordenador do GAECO, promotor de Justiça André Dal Molin, a operação visa coibir fraudes estruturadas que prejudicam o patrimônio público estadual. “O GAECO está vigilante em fraudes que lesam o sistema de prestação de serviços de saúde, como é o caso dessa operação, que atinge diretamente o sistema de saúde pública em Passo Fundo”, afirmou.
    O promotor de Justiça Manoel Antunes, responsável pela operação, explicou que o objetivo da ação é proteger os recursos do Estado e, principalmente, os cidadãos que realmente necessitam de atendimento especializado. “É indispensável coibir que a doença e o sofrimento das pessoas sejam usados como forma de obter vantagens ilegais”, ressaltou Antunes.
    A investigação revela como, ao serem deferidos liminarmente, os pedidos de “home care” eram temporariamente atendidos pelas empresas investigadas, que prestavam serviços abaixo do solicitado. Após isso, com a ajuda de advogados, as empresas e seus representantes falsificavam a prestação de contas, desviando os recursos públicos destinados ao tratamento.
    O promotor Diego Pessi, que iniciou a apuração, alertou sobre os impactos financeiros do esquema. “Esse desvio de valores pode comprometer a prestação de serviços de saúde a outros pacientes na cidade, o que prejudica toda a população”, destacou.
    A operação segue com a análise dos materiais apreendidos, o que ajudará a determinar o valor exato do prejuízo ao erário.
    Com informações: Jornalista Fernando Kopper
    Fonte: Correio do Povo
    Fernando Kopper

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