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    Início » Dona Marlene: viúva e ex-seringueira que superou desafios e viu 11 filhos se formarem na faculdade
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    Dona Marlene: viúva e ex-seringueira que superou desafios e viu 11 filhos se formarem na faculdade

    Fernando KopperFernando Kopper31 de março de 202503 Mins Read105
    A determinação de Marlene da Costa Maciel, de 65 anos, transformou a vida de sua família. Ex-seringueira, mãe de 14 filhos e viúva desde 2015, ela e o marido abandonaram a rotina no Seringal Extrema, no Rio Moa, interior do Acre, para garantir que os filhos tivessem acesso à educação. A mudança para uma propriedade rural no Ramal Macaxeiral, em Cruzeiro do Sul, foi o primeiro passo de uma jornada difícil, mas vitoriosa.
    Dos 14 filhos, 12 já possuem formação acadêmica e os outros dois também ingressaram no ensino superior. Entre as profissões escolhidas pelos irmãos, estão assistência social, letras, educação física, enfermagem, policiais, ciências contábeis, biologia, engenharia florestal, pedagogia e medicina.
    O caminho, no entanto, foi marcado por desafios. Dona Marlene lembra do esforço que a família fez para conciliar trabalho e estudo. “Meu marido dizia que ou colocava todos na escola ou não colocava nenhum. Plantamos muita roça para fazer farinha. Quem estudava de manhã trabalhava à tarde e quem estudava à tarde trabalhava pela manhã. Quem estudava à tarde saía de casa às 10h30 e só chegava às 20h”, recorda.
    Além do esforço dos pais, a união entre os irmãos foi fundamental para superar as dificuldades. “Hoje a gente vê com risos, mas na época era muito sofrido. Imagino quanto minha mãe sofreu. Como não havia vestimenta para todos, quem estudava à tarde esperava os irmãos chegarem da escola para pegar a roupa e o calçado. Muitas vezes nossa mãe fazia farofa com um ovo para sete comerem. A gente nem via o amarelo da gema do ovo”, conta Geovane Maciel, hoje com 39 anos, escrivão da Polícia Civil de Cruzeiro do Sul.
    A forte ligação entre os irmãos se refletiu também no campo profissional. Sete deles atuam na Segurança Pública do Estado, distribuídos entre a Polícia Civil, o Instituto de Administração Penitenciária (Iapen) e o Corpo de Bombeiros.
    “Eles sempre foram unidos. Primeiro trabalharam quatro nos Correios. Depois começaram a fazer concursos e foram passando. Hoje tenho quatro na Polícia Civil, dois no Iapen e uma no Corpo de Bombeiros. Sinto muita emoção. Isso é providência divina em nossas vidas, sinto muito orgulho dos filhos que tenho”, diz Dona Marlene, emocionada.
    Apesar dos riscos da profissão dos filhos, a ex-seringueira não demonstra preocupação. “Não tenho nenhum medo devido à profissão deles. Acho normal como qualquer outra. A gente tem que confiar em Deus e seguir a vida”, afirma.
    O filho mais velho, Jerry Maciel de Souza, agora com 43 anos, agente penitenciário, atribui o sucesso da família à força da mãe. “Temos muito orgulho de nossa mãe. Todos têm faculdade e a maioria tem bons empregos. Isso foi graças a Deus, nosso esforço e, principalmente, o zelo de nossa mãe, que sempre nos estimulou a buscar na escola nosso futuro. Nossa mãe é uma guerreira e vamos sempre estar ao lado dela”, declara.
    A história de Dona Marlene é um testemunho de superação e dedicação, provando que, mesmo em meio a dificuldades, o amor e a perseverança podem mudar destinos.
    Com informações: Jornalista Fernando Kopper
    Fonte e foto: G1
    Fernando Kopper

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