A Cooperativa Central Gaúcha Ltda. distribuiu, ao longo de 2025, um total de R$ 195 milhões em valor adicionado de ICMS gerado pela industrialização de lácteos. O montante foi repartido entre municípios conveniados com Cruz Alta, sede da indústria, conforme o volume de matéria-prima fornecida por cada localidade.
A iniciativa fortalece diretamente a arrecadação das prefeituras e evidencia o papel do cooperativismo no desenvolvimento regional. Com a política de distribuição do valor adicionado do imposto, a CCGL amplia seu impacto para além da atividade agroindustrial, beneficiando comunidades onde vivem os produtores de leite.
Os recursos retornam aos municípios e podem ser aplicados em melhorias estruturais, como manutenção de estradas utilizadas no escoamento da produção, além de investimentos em infraestrutura urbana e rural. Esse processo gera um ciclo positivo de desenvolvimento econômico e social nas regiões envolvidas.
De acordo com o presidente da cooperativa, Caio Vianna, a distribuição do ICMS é estratégica para os municípios. “O leite industrializado em Cruz Alta também gera recursos para as cidades onde foi produzido, garantindo retorno tributário às comunidades que participam do processo”, destacou. Segundo ele, o modelo adotado pela CCGL é único no setor de laticínios no Rio Grande do Sul.
Além de impulsionar a economia local, os valores repassados contribuem para a melhoria de serviços públicos essenciais, como saúde e educação, beneficiando não apenas os produtores rurais, mas toda a população.
Com isso, a cooperativa consolida sua atuação como agente de desenvolvimento sustentável, fortalecendo a integração entre produção, indústria e qualidade de vida nas comunidades do interior gaúcho.
Com informações: Jornalista Fernando Kopper
Fonte e foto: ASCOM CCGL
