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    Início » Apenas 70% dos municípios gaúchos executaram planos de contingência durante enchentes históricas de 2024
    Estado

    Apenas 70% dos municípios gaúchos executaram planos de contingência durante enchentes históricas de 2024

    Fernando KopperFernando Kopper3 de novembro de 202502 Mins Read1

    Uma parcela significativa dos municípios do Rio Grande do Sul contava com planos de contingência, mas a execução efetiva desses documentos durante as enchentes históricas de 2024 ficou aquém do esperado. Dados da Munic (Pesquisa de Informações Básicas Municipais), referenciada pelo IBGE, mostram que 84,5% das cidades atingidas pelo desastre possuíam plano de proteção e defesa civil, mas apenas 70,4% aplicaram essas medidas na prática.

    Dos 497 municípios gaúchos, 459 registraram impactos do evento climático, que resultou em pelo menos 184 mortos e 25 desaparecidos entre abril e maio de 2024. Desses, 388 possuíam planos de contingência, mas somente 323 os colocaram em execução.

    Entre os 65 municípios que não executaram seus planos, as razões variaram desde falta de equipamentos e viaturas (11 cidades), treinamento insuficiente (10), carência de pessoal (9), recursos financeiros limitados (8), falhas no sistema de alerta (7) e mapeamento de áreas de risco inadequado (6). Outros 51 municípios citaram motivos diversos, e três não souberam informar. Em alguns casos, mais de uma razão foi apontada.

    “O plano de contingência é um documento em que o município descreve o que deve ser feito numa situação de desastre, planejando atividades, funções e meios para minimizar os efeitos desse evento”, explicou Vânia Pacheco, pesquisadora do IBGE. Segundo o levantamento, essas ações são baseadas na análise de vulnerabilidades, mapeamento de riscos e identificação dos recursos disponíveis para resposta e recuperação.

    O estudo também detalhou os tipos de eventos climáticos enfrentados: enchentes e enxurradas afetaram 406 cidades, alagamentos atingiram 336, inundações 316 e erosões 296 municípios. Apenas Bagé não respondeu à pesquisa.

    Um ano após o desastre, o governador Eduardo Leite (PSD) afirmou que o estado vinha implementando medidas para reduzir os impactos de futuras cheias, mas destacou que a construção de sistemas de proteção robustos levaria anos. “Não significa que nada se faça neste período. Pelo contrário, é a etapa de preparação para termos os projetos, estudos ambientais e execução de obras bilionárias”, disse Leite, ressaltando a necessidade de fortalecer a estrutura de defesa civil em todo o Rio Grande do Sul.

    Com informações: Jornalista Fernando Kopper
    Foto: Rafa Neddermeyer

    Fernando Kopper

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